Os servidores municipais realizaram nesta sexta, 28, nas principais ruas de Cacoal, um ato público, para esclarecer a sociedade os motivos pelos quais decidiram pela paralisação no município de Cacoal. Aproximadamente 250 funcionários, de várias secretárias, participaram da caminhada.O presidente do Sindicato, Edmar Rodrigues, conhecido como Caçula, enfatizou, em entrevista ao site rondoniainfoco, que a medida se fez necessário em virtude do impasse gerado após o executivo apresentar uma proposta de reajuste de 1% sobre o salário base.
“Um servidor que ganha R$ 390,00, acrescentaria apenas 3,90 em cima do salário base. Não queremos aumento salarial. O que desejamos é que a administração municipal, o prefeito Franco Vialetto (PT), cumpra apenas a tabela e que nossas gratificações sejam incorporadas no salário” destacou o presidente.
A prefeitura de Cacoal alega que não pode atender a reivindicação, uma vez que, após estudos, os impactos financeiros na folha de pagamento, com o reajuste na tabela, ultrapassariam os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Diante do impasse, desde o dia 24 de agosto, servidores de várias secretarias, entre elas a Educação e a Saúde, estão em greve. A paralisação, a princípio de cinco dias, se estenderá por tempo indeterminado.
O Sindicato destaca que a manifestação dos servidores municipais, esta amparada nos termos do art. 11 da Lei 7.783/1989, colocando a disposição da administração municipal, os serviços indispensáveis e inadiáveis das atividades definidas no art. 10 da 7.783/1989.
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